O governo finge
não entender o que as manifestações de ruas propopõem.
O governo
insiste em reforma política, em plebiscito, quando na verdade as urgências são bem
outras.
Fica nítido para
os eleitores que esse papo de reforma urgente, de plebiscito é apenas para
ganhar tempo e camuflar interesses escusos.
O povo não está
interessado em voto distrital simples, duplo, combinado, fechado, aberto,
escancarado etc. O povo quer que os eleitos cumpram suas promessas de campanha.
O povo votou neste ou naquele candidato acreditando no que o que ele disse*. O povo
não vota em partido, vota nas promessas de campanha. E é isso que o povo quer:
cumpram o que não foi dito, embora não tenha sido prometido.
Esse papo de
trazer médicos de fora nada mais é do que uma maneira de ganhar tempo e não
tratar com seriedade o tema Saúde. O povo não que médico importa, quer
hospitais, remédios, instalações que atendam às necessidade de todos
nós.
O Governo lançou
esse papo de médicos de Cuba apenas para desviar a atenção dos incautos.
Enquanto ficarmos nesse blá blá blá de médicos importados, estamos nos
esquecendo de reivindicar a melhorias na Saúde Pública. Não podemos perder o
foco, não podemos entrar nessa discussão.
O Governo de faz
de desentendido, mas nós não podemos fazer papel de bobos.
*ele disse, não
prometeu e talvez esteja aí o maior engodo dos políticos, pois poucos eleitores
conseguem entender como os discursos políticos são vazios

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