terça-feira, 2 de julho de 2013

A gente não somos mais inútil.

O governo finge não entender o que as manifestações de ruas propopõem.
O governo insiste em reforma política, em plebiscito, quando na verdade as urgências são bem outras.
Fica nítido para os eleitores que esse papo de reforma urgente, de plebiscito é apenas para ganhar tempo e camuflar interesses escusos.
O povo não está interessado em voto distrital simples, duplo, combinado, fechado, aberto, escancarado etc. O povo quer que os eleitos cumpram suas promessas de campanha. O povo votou neste ou naquele candidato acreditando no que o que ele disse*. O povo não vota em partido, vota nas promessas de campanha. E é isso que o povo quer: cumpram o que não foi dito, embora não tenha sido prometido.
Esse papo de trazer médicos de fora nada mais é do que uma maneira de ganhar tempo e não tratar com seriedade o tema Saúde. O povo não que médico importa, quer hospitais, remédios, instalações que atendam às necessidade de todos nós.
O Governo lançou esse papo de médicos de Cuba apenas para desviar a atenção dos incautos. Enquanto ficarmos nesse blá blá blá de médicos importados, estamos nos esquecendo de reivindicar a melhorias na Saúde Pública. Não podemos perder o foco, não podemos entrar nessa discussão.
O Governo de faz de desentendido, mas nós não podemos fazer papel de bobos.


*ele disse, não prometeu e talvez esteja aí o maior engodo dos políticos, pois poucos eleitores conseguem entender como os discursos políticos são vazios




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