segunda-feira, 30 de julho de 2012

UM DIA A CASA CAI

Era uma vez uma diretora muito perversa, oportunista, que se regojizava em assediar moralmente seus professores,  ou melhor, os professores da escola, os quais ela os julgava como seus vasssalos fossem. Além desses predicados, por si só já capazes de fazê-la arder no mármore dos islâmicos, ela era também muito bajuladora. Mas seu puxassaquismo era sempre dirigido a quem estivesse em qualquer cargo acima do dela, a qualquer pessoa com quem pudesse se aliar para exercer suas maldades.
E, para piorar, faltava-lhe e falta-lhe competência, pois a escola que ela dirige vive da mesmice, sem nenhum projeto pedagógica que beneficie o crescimento dos alunos. Enfim, só não mastiga as crianças porque é vegetariana.
Todos sabem dessas verdades, mas têm medo de perder seus empregos e, por isso, calam-se, â beira de uma ataque de nervos. Quiça alguns já estejam também sofendo da síndrome de Burnout.
Colaborando com esta fofoca que estou fazendo, existem as redes socias, os SMSs, os torpedos, o boca a boca, os emails que recebo e “gosto que me enrosco” de ouvir dizer que a dita cuja está de vara curta. 
Mas como? Segundo as últimas notícias, já não mais em primeira mão, ela levou um sabão do seu superior, assim como perdeu parte dos seus poderes com a partida abrupta e tão solenemente festejada de sua aliada mais próxima. Para onde a aliada partiu? Não posso dizer, já que a rima em prosa é considerada eco.
Mas até quando, perguntam-me os assediados moralmente por ela? Calma, tudo tem seu tempo, não o nosso tempo, mas o tempo do tempo. O tempo do retorno, o tempo da bola que bate na parede e volta, o tempo da paradinha para chutar o pênalti, o tempo que o tempo dá aos maus para se arrependerem, antes de apertarem seus cintos rumo ao buraco negro, ao reino de Hades.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Perdoa-me, Senhor

Pela minha risadas, ou melhor, gargalhadas em decorrência do que aconteceu nas últimas semanas.



Perdoa-me até por pensar que “a demitida” poderia ser um excelente nome para uma fotonovela mexicana. Ou seria melhor dizer um tango argentino?


Perdoai-me por gargalhar só de pensar no desespero de “a outra” (um bom nome para revista de fofocas).


Perdoai-me por não sentir pena nenhuma. Mas, enfim, pena é um sentimento muito ruim e eu estou tentaando melhorar, tendando não rir...




Tira de mim esse sentimento de alma lavada.



Pai, NÃO afastes de mim esse “cale-se”! 

Sehor, não permitas que eu continue escrevendo.