domingo, 27 de novembro de 2011

Porque não tenho escrito mais

Muitos me perguntam por que não escrevo mais sobre a dona Argentina e sobre a Maria Machadão. A resposta é simples: elas não têm mais a menor importância para mim. Deixei até de me lembrar delas; fui da raiva, da mágoa à total indiferença. Já não me importo e nem sequer penso nos desmazelos das duas, pois qualquer coisa que eu diga não vai mudar nada, ou seja, elas vão continuar assediando moralmente as pessoas, tramando pelas costas dos “amigos necessários”, mentindo para as pessoas e, para piorar, cultivando o pior defeito que um ser humano pode ter- a ingratidão.
O ódio, raiva passa com o tempo. É um sentimento nosso que podemos e devemos saber controlar. A inveja (olho gordo) é uma prima-irmã da admiração. Só os medíocres sentem inveja; as pessoas de bom caráter admiram as outras. Logo, a inveja, se bem tratada, num bom analista (rs), pode ser tornar admiração. O desprezo serve aos nossos propósitos, ou seja, é irmão da indiferença. Se colocarmos o desprezo como um sentimento vil, eu sou uma vilã, pois sou capaz de me tornar indiferente a muitas coisas que me aborrecem. Pena é o desprezo com outra roupa, mas a ingratidão ganha todas, pois revela que o ingrato soma todos esses sentimentos, ou seja, é invejoso, odeia até aqueles que lhes fizeram bem, não tem pena nem dos amigos, é indiferente ao bem-querer do outro e ainda finge que não tem memória. A ingratidão é própria das pessoas ambiciosas, inescrupulosas, de mentes perigosas (recomendo esse livro – MENTES PERIOGAS- é muito bom).
Eu sempre disse que cada um deve fazer a sua parte, como também sempre afirmei que somos responsáveis pelas nossas ações e, principalmente pelo o que falamos. Sendo assim, deixemos que as duas se deliciem com suas mentiras, suas vaidades, seus descuidos, seus recalques, pois não serei eu a mensageira dos descalabros das ditas cujas. Deixemos que a vida siga seu curso, deixemos que o universo se encarregue dos destinos delas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ABL é processada por irregularidades no Acordo Ortográfico

RIO - Mais de dois anos depois de implantado, o novo "Vocabulário Ortográfico da Língua Brasileira" (Volp) - feito a partir do acordo ortográfico e que teve como proposta simplicar a forma de escrever - ainda gera polêmica com relação as regras estabelcidas, principalmente quanto ao uso do hífen. Com o objetivo de sugerir uma simplificação da forma de escrever, o professor Ernani Pimentel, líder do movimento "Acordar Melhor", entrou com uma ação popular contra a Academia Brasileira de Letras (ABL).
No processo, o professor acusa a ABL de lesar o patrimônio cultural brasileiro com a implantação do Novo Acordo Ortográfico. De acordo com Pimentel, a instituição não respeitou o tratado assinado em Portugal, com os países de língua portuguesa, que tem como objetivo unificar o idioma.
- A ABL impôs o Volp como a voz do acordo ortográfico universalizado, fez alterações no instrumento firmado em Lisboa. As palavras coerdeiro e anistórico que, pelo documento português, deveriam ser escritas com hífen, no Volp foi tirado o sinal e o "h". A Academia não tem autoridade para isso. Qualquer alteração teria que ser submetida ao Congresso Nacional e essas não foram - afirma.
A ação também pede para que a oficialização do novo acordo, prevista para janeiro de 2013, seja prorrogada com a intenção de ampliar o prazo de discussões.
- Devemos seguir o exemplo de Angola e Moçambique que ainda não ratificaram o acordo e estão solicitando prazo maior. Portugal também ainda não aplicou as novas regras. Eles estão resistentes. As novas regras só devem ser colocadas em prática a patir de 2015 - justifica.
Ernani Pimentel diz que não é contra o Acordo Ortográfico, mas sim contra a forma como foi conduzido.
- Sou a favor do aprofundamento dele. A proposta de simplificar a língua é ótima. Isso traz muitas vantagens ao movimento editorial, os livros ficam mais baratos. Mas nada disso aconteceu. Hoje temos tantas regras que fica difícil para qualquer um aprender bem o português - diz.
Segundo ele, algumas alterações foram boas, como o fim dos acentos nas vogais duplas (vêem, lêem, crêem).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/11/09/abl-processada-por-irregularidades-no-acordo-ortografico-925767571.asp#ixzz1dFEPoJ00 
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Aniversário da Bebel


Hoje é aniversário da Bebel. Bebel é a minha cadelinha, cujo apelido virou sobrenome – Bebel Furacão.
É uma cadelinha SDR que eu insisto em dizer que é uma beagle, já que ela não tem culpa da mãe, a Duda, beagle legítima, ter dado um mau passo e cruzado com um beagle-lata.
A Bebel surgiu naqueles dias em que a gente não tem nada para fazer e fica pensando em como preencher o tempo. Pois é, criei um perfil para ela no Orkut e quando percebi ela já tinha mais amigos do que eu e a sua espontaneidade caiu no gosto dos internautas.
Hoje Bebel tem até selo de popular oferecido pelo Orkut. Mas ela é uma cadelinha, levada, sonolenta e esfomeada, características típicas de um cão bem cuidado. Mas é um cão, não é um(a) filh(a), em quem eu deposito meus anesieos de mae, até porque dizer que a cachorra da Vânia é uma gracinha pode criar uma situação de deleite para os meus desafetos....rs
Porque eu digo que ela é um cão?

  • 1.   Eu tenho uma filha, não preciso ficar suprindo a minha frustração na Bebel.
  • 2.   Ela sabe descer escada, aliás, ação muito difícil para um cão que é filho de uma cadela conhecida nossa
  • 3.   Mesmo sendo aniversário dela hoje eu não fico feito uma débil mental pedindo às pessoas que presenteiem a minha cadelinha e nem muito menos impedindo que qualquer outro ser vivente chegue perto dos brinquedos dela ou da caminha dela. Aliás, ela dorme onde lhe agrada e não interfere em nenhuma relação sexual trimestral
  • 4.    Ela não faz xixi de medo quando vê outro cachorro e nem muito menos pede colo para não molhar as patinhas
  • 5.    Adora roer seu ossinho, tomar sol pela manhã, perseguir passarinhos no terraço. Isso ela tem de bom; ela não persegue pessoas.
  • 6.    Apesar de morder, ela avisa antes, ou seja, ela rosna e dá tempo do outro ou se defender, ou correr ou se esconder. Diferentemente de  outras cadelas que a gente sabe que vai morder, mas não sabe quando
Ela não é feia, não tem as pernas tortas, nunca fez progressiva, nunca passou henê e nunca teve queda dos pelos.
Enfim, ela existe.  Uma personagem na rede social, sempre de bom humor, irreverente e sincera. Para conhecê-la basta acessar

Feliz aniversário, Bebel!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A diretora afetada

Conheci uma diretora que fazia a mim e a maioria do outros professores morrerem de rir. Digo a maioria, pois havia uma minoria de bajuladoras que se mantinham alimentando a vaidade da afetada.
Era velha, com a cara toda amassada pelo tempo que não perdoa ninguém, mesmo com a plástica que já fez. Suas roupas eram especiais. Todas compradas na loja da Xuxa, e muitas delas não cabiam os peitos que teimavam em seguir a lei da gravidade.
As calcinhas eram bonitinhas. Eu nunca vi, mas os professores todos  garantem que estavam sempre limpinhas.
Seus cabelos são de uma cor indefinida, mas sempre funcionam como cortina das rugas faciais. Nunca os prendiam, pois também serviam para esconder a flacidez do pescoço  e dos braços.
De trabalhar não gostava. Só gostava de passear pelos corredores com suas lentes de contato da mesma cor das da noiva do Chuck,  proferindo impropérios, palavrões, ou então à cata de quem se dispusesse a fazer seu serviço, pois dele nada entendia. Dizem até que passava liquid-paper na tela do computador, mas acho que isso já é exagero; isso é piada de loira.
Nossa, acho que o jantar me fez mal. Tive outro pesadelo.

Ainda sobre o ENEM


RIO - Neste ano, os candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2011 não enfrentaram problemas no cabeçalho dos cartões-resposta nem vazamentos. Sem surpresas externas, a prova também manteve a cara dos últimos anos, ao juntar a avaliação das capacidades de leitura e interpretação dos estudantes com os conteúdos. No entanto, já há quem aponte uma tendência de crescimento da exigência de conhecimentos mais específicos. Hoje, serão liberados os gabaritos oficiais do exame.
Esta é a opinião do coordenador de ensino médio da Escola Edem, Wilson Mendes. Professor de Geografia, ele crê que o exame fugiu às características propostas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
- Todos os professores têm esse entendimento. A prova, que o Inep descreve como uma avaliação focada em habilidades e competências, está se voltando cada vez mais para conteúdo. Ou o candidato sabe o assunto ou não sabe a resposta. Se você comparar com o exame de 2005, é perceptível uma mudança no perfil - afirma.
A prova, que o Inep descreve como uma avaliação focada em habilidades e competências, está se voltando cada vez mais para conteúdo.
Já o coordenador da área de Ciências da Natureza do Colégio Alfa Cem, Daniel Lisboa, aponta um bom equilíbrio entre os dois elementos.
- A prova teve um caráter interdisciplinar positivo, que foi bem atingido, e as perguntas estavam relacionadas ao cotidiano do estudante. E tudo veio dentro da proposta de avaliar habilidades e competências dos candidatos.
Mendes destacou o meio ambiente como o assunto mais presente nas questões de geografia, englobando temas muito discutidos atualmente, como a construção da Usina Belo Monte e os seus impactos sociais, econômicos e ambientais. O professor diz que a preferência pelo tema já uma constante nas últimas edições do Enem. Em Biologia, a ecologia também recebeu atenção em várias questões.
Em física, muita ótica e pouca mecânica
Em física, Lisboa afirma que chamou a atenção a falta de perguntas sobre mecânica, uma das áreas da disciplina mais estudadas durante todo o ensino médio. Peso maior foi dado à ótica e a ondas.
- Neste ano, física ganhou até mais questões do que costumamos ver. Mas só teve uma questão de mecânica, que era sobre queda livre. Isso não significa que seja uma regra para o futuro, mas já é observado há algum tempo - diz.
Dentro do caderno de Ciências Humanas, o professor Ulisses Martins, do Colégio Notre Dame, do Recreio, não viu nada de muito diferente dos anos anteriores. O privilégio a história do Brasil é marcante e segue a tendência de outros vestibulares. Mesmo história antiga e medieval, que fazem parte do programa, pouco apareceram.
- Considero a prova de médio para fácil, e tinha bastante coisa de República Velha e escravidão. Só uma questão das constituições é que os estudantes poderiam se enrolar um pouco, porque era um conhecimento mais específico.
Na parte de Linguagens, a professora Lucia Soares, do Colégio A. Liessin, conta que o modelo foi muito parecido com anos anteriores. A prova buscou avaliar a capacidade de leitura e interpretação dos alunos, sem pedir especificidades de gramática.
- A prova toda estava dentro do esperado, não houve nenhuma surpresa. Foram trabalhados os diferentes tipos de texto, desde peças publicitárias a imagens. O único problema a meu ver é a extensão dos enunciados. Os estudantes têm pouco tempo para responder cada questão e a formulação das perguntas dificulta ainda mais - critica.
Questões mais fáceis em matemática e química
O professor de química do Colégio e Curso pH, Guilherme Guimarães, não viu problemas no exame, que classificou de "médio para fácil". Ele questionou os enunciados grandes.
- A impressão que tive foi de uma prova bem clássica. Talvez até para evitar confusão, o Inep tentou ser o mais conservador possível, sem maiores inovações. Abordou combustíveis, sustentabilidade, dentro daquilo que o Enem normalmente apresenta.
Sobre 45 questões de matemática, o professor do Pensi Rodrigo Villard, crê que só enfrentou problemas quem privilegiou a redação e a prova linguagens e, consequentemente, teve pouco tempo para resolvê-las.
- Nesta edição, a parte de matemática estava bem mais fácil do que nos dois últimos anos. As notas, inclusive, devem ser mais altas para quem vai fazer área de exatas.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/vestibular/mat/2011/10/25/enem-2011-professores-acham-que-exame-exigiu-conteudos-mais-especificos-fora-de-sua-caracteristica-925652298.asp#ixzz1bnWgj9mq 
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Frases engraçadas sobre o ENEM - O Globo


RIO - Depois de passar pelo primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, neste sábado (22), estudantes do Brasil inteiro inundaram o Twitter com comentários hilários sobre as questões presentes no exame. As mensagens eram postadas junto com a hashtag "#AprendiNoEnem", que chegou a entrar na lista dos tópicos mais comentados da rede social.
As perguntas campeãs de zoações foram: uma que questiona o aluno sobre qual religião era mais associada ao hábito de beber café até o século XVII (ateísmo, judaísmo, hinduísmo, islamismo ou protestantismo, sendo a penúltima a correta), por que o gado é responsável por 18% do aquecimento global e também uma questão que mostra o sistema de funcionamento de um vaso sanitário.
Leia, agora, as frases mais engraçadas:
@Davidbloc: #aprendinoenem que quando chega na questão 60, tu já ta lendo que o vaga-lume matou o tigre e que ele tem dengue por causa do café do papa. (twittado por diversos usuários)
@george_wgc: #AprendinoENEM que Química, Matematica e Física é a parte Chico Xavier da prova.
@FernandTopMidia: #aprendinoenem que a questão da dengue no final da prova foi só pra conferir sua sanidade mental naquela altura.
@programaapanico: #aprendinoenem que um pacote de batatinha pode fazer MUITO barulho!
@VALERIA_BANDlDA: #aprendinoenem que aquilo não é o BBB, mais a prova é de resistência!
@WhoIsCarlos: #aprendinoenem que a culpa do aquecimento global é das vacas. (twittado por diversos usuários)
@ChrisOficial: #aprendinoenem que o número de adesivos com horários que o cara tira do quadro, é diretamente proporcional ao seu desespero.
@luige_i: #aprendinoenem que ouvir conversa dos outros atrás de um muro não é falta de respeito, é apenas física. (twittado por diversos usuários)
@FrasesdeAmar: #aprendinoenem que sou igual ao o Neymar. Foi cada chute!
@brunoeribeiro: #aprendinoenem Que o café era coisa do diabo até o papa dar uma provadinha, gostar e abençoar. (twittado por diversos usuários)
@murillopreve: #aprendinoenem que saber sobre o peido da vaca pode lhe garantir 1 acerto no enem.
@cahev: Aqueles que só vão fazer enem pra rir da tag #AprendiNoENEM depois.
E você, leu mais alguma pérola sobre o Enem na internet? Mande para a gente na sessão de comentários, abaixo!


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A diretora perversa

Trabalhei em muitas escolas de ensino fundamental e médio, convivi com tipos de pessoas intrigantes, mas nenhuma dessas pessoas se compara a quem dedico essas bem traçadas linhas, pois minhas letras, hoje, servem ao firme propósito de falar mal de alguém, ou melhor, de algo, pois essa pessoa não é alguém, é um amontoado de carne, um cérebro sem inteligência, um coração sem amor.
Descrevê-la fisicamente é fácil: parece um brucutu, tem cabelo pixaim, anda com as pernas na posição de dez para as duas horas, não usa sapato fechado para não doer o joanete e muito menos saltos altos, pois jumento só aceita ferraduras.
Não sabe ouvir, pois a vontade de dar ordens, de escolher quais ofensas a serem ditas e a quem serão ditas assolam a sua mente doentia. Não consegue entabular uma conversa que não seja de escola, não tem outro assunto, não tem família, não tem filhos e não ama ninguém, nem a si própria, pois se isso fosse possível não teria posto fora um filho para seguir com seus propósitos de maldade.
Odeia pessoas, detesta pais, para quem finge estar interessada na Educação de seus respectivos filhos. Quando filhos e pais saem de sua sala, seu maior prazer é debochar ora de um ora do outro. Intolerância é o seu lema, quer com seus professores, quer com quem se atreve a não ouvir seu papo chato e desatualizado.
Não sabe criar um projeto. Uma escola sem projetos é como um hospital sem medicamentos. Disfarça sua incompetência copiando os outros, mas sem nunca tentar se atualizar, mudar, fazer a diferença para a escola que dirige.
Não tem o menor pudor em ofender os professores, constrangê-los, ameaçá-los e maltratá-los. Até que encontre um que lhe dê uma porrada bem dada, o que não vai estragar em nada a cara feia da bruxa.
Nossa, que sonho horrível eu tive. Ainda bem que acordei.
                                                        
                                

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O caso dos diplomas falsos

Alguns amigos me perguntaram o que eu penso das pessoas envolvidas no escândalo dos diplomas falsos.
Sou professora há mais de 30 anos e todo esse tempo me deu não só um amadurecimento como também amplo conhecimento das leis que regulam o magistério, bem como a duração de cada processo, de cada etapa rumo ao topo da carreira.
Talvez por isso que eu não consiga apenas ver os fraudadores somente como pessoas sem caráter. Para mim, foram também ingênuos, neófitos – faltou-lhes sapiência; não são expertos no assunto.
Quanto àqueles que saíram em defesa deles, não preciso tecer comentários. Todos os que vivenciaram o fato já têm suas opiniões e não me cabe aqui colocar mais lenha na fogueira. Cada um sabe de si, cada um responde por seus erros e/ou acertos, muito embora muitos nem saibam o que é certo ou errado, pois a vaidade cega-lhes até os ouvidos, ouvidos estes que só ouvem o que os olhos querem ver.
Nunca me iludi. Sabia que o escândalo atendia ao interesse de um grupo sedento de vingança, mas que nunca ousaria se expor; agem de maneira sorrateira, por baixo dos panos, não são protagonistas e nem coadjuvantes, mostram-se apenas expectadores, embora escritores da trama. Não são covardes, são medrosos, é diferente.
Poderia nomear um por um, mas não sou dedo-duro, ainda mais que  estava consciente de que pensavam que eu estavam indo na onda, reagindo aos fatos os quais achavam que me provocavam repulsa, ou melhor, provocam.
Não tomei partido de ninguém, não apoiei ninguém, não agi por impulso, não fui forçada a nada, apenas me posicionei. Não me omiti.
Não estou à venda, não compro votos, tenho minhas verdades.
Louvo as atitudes dos doutores Benedicto e do Richard.
Quanto às pessoas que faziam parte do meu grupo de amigos do trabalho, os professores, eu os entendo. Todos têm família, compromisso, contas a pagar. Os tempos são outros. Helena de Tróia hoje se ajeitaria mesmo com o seu seqüestrador, caso seu cativeiro não fosse descoberto.

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia do Professor

Hoje é um dia muito especial para mim, ainda mais depois de tantas demonstrações de carinho dos meus ex-alunos.
Reflito sobre a profissão que escolhi, ainda muito jovem, sem nenhuma certeza de que estava fazendo a opção certa (assim como tantos jovens que na adolescência têm que decidir suas carreiras).
Optei por Letras porque sempre gostei da Língua Portuguesa. Eu ficava embevecida ouvindo bons oradores, gostava/gosto de ler, além da facilidade em lidar com a sintaxe da nossa língua.
No 2º ano da faculdade eu já lecionava (sou da época em que o MEC permitia que isso fosse possível) e foi na prática que aprendi a gostar de ser professora. Não sou uma pessoa vaidosa, mas tenho um tremendo orgulho da minha profissão.
Meu primeiro emprego foi num cursinho de aulas particulares. Ali conheci jovens universitários que também buscavam suas primeiras colocações no mercado de trabalho. O salário era inferior ao mínimo, mas consegui comprar uma bolsa (em duas vezes), o que me deixou felicíssima, mesmo o meu sonho de consumo sendo, na época, um Chevet.
Ali também conheci meus primeiros grandes amigos do trabalho. Éramos jovens, oprimidos por um patrão autoritarista, mas conseguíamos fazer daquele espaço um lugar prazeroso. Aos poucos, meus amigos foram sendo demitidos e, por último, eu me demiti, pois briguei com meu chefe por este achar-se no direito de falar mal dos meus amigos.
E que amigos! Foram eles que me arranjaram meu segundo emprego. Novamente estávamos juntos, até nossas formaturas, pois um se tornou Engenheiro  e outro Químico.
Segui no Magistério e nessa jornada caminhei por escolas preparatórias (pré-militares), curso de pré-vestibular, escolas da rede púbica, escolas da rede privada, aulas particulares, universidades e até consultorias.
Minha jornada foi longa. Muitas vezes cansativa, mas nunca desanimei. E o que me mantinha atualizada, antenada com o tempo, plugada na vida eram os meus alunos.
Conviver com jovens, quer de idade, quer de espírito só me fez crescer e acreditar sempre em Educação.
Mesmo quando lecionava para os adolescentes que não queriam saber nada de Língua Portuguesa ou de Literatura, hoje, ao ver seus depoimentos quer no face, quer no orkut, eu tenho a certeza de que tudo valeu muito a pena.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sem título para não causar alarde

Não sei que título dar a esta postagem. Por isso apenas escrevo reflexões de uma noite muito bem dormida, mas de uma manhã de pensamentos intensos.
Minha falecida mãe sempre dizia que ‘na vida, para ser feliz, basta ser bom, e eu sempre acreditei e pautei minha vida nisso. Fui além, acho que não basta  ser uma boa pessoa, devemos ser justos, sabendo que sempre há duas verdades: a nossa e do a do outro.
E pensando nisso, veio-me à mente a frase que li não sei onde e nem de quem “GRATIDÃO NÃO TEM PRAZO DE VALIDADE”.
E, inevitavelmente, lembrei-me das pessoas medíocres que conheci ao longo da minha vida (dou-lhes até o direito de assim também me tacharem, mas não lhes darei nunca motivos para me chamar de ingrata).
Prima-irmã da ingratidão é a VAIDADE. E aprofundando essa reflexão, hoje percebo como as pessoas ingratas são as mais vaidosas, mas de uma vaidade perniciosa, agressiva, ególatra.
Então vamos desenhar essas pessoas: são simpáticas, oportunistas, perversas, seguidoras de qualquer religião, desde que seja a da pessoa de quem possa tirar algum proveito, bajuladoras (adoram presentear), supostamente prestativas e nunca deixam de lhe telefonar quando sabem que você teve um piripaque.
O físico varia. Umas se escondem atrás de lentes de contato, outras preferem decotes ousados, algumas insistem em mostrar as calcinhas (a sedução também é uma arma dos ingratos), outras só se relacionam como os seus superiores, nunca com os seus familiares e tem até os que se esfregam no chefe querendo demonstrar intimidade, a fim de demonstrar poder.
E quão efêmero é o poder...
Mentem com muita facilidade, tornam-se nossas melhores amigas, apenas para se locupletar de nossos conhecimentos, do nosso carisma, das nossas idéias, das nossas histórias, as quais repetem como se suas fossem.
Mas essa é a minha verdade. E com quem estará a verdade?

domingo, 2 de outubro de 2011

Rafinha Bastos estará fora do 'CQC' nesta segunda

O humorista Rafinha Bastos não estará na bancada do "CQC", da Band, na noite desta segunda-feira (3) e nem nas próximas semanas. A emissora decidiu tirá-lo no ar após a repercussão negativa de piadas feitas recentemente e consideradas de mau gosto.

A gota d'água foi a piada feita na semana passada sobre a gravidez de Wanessa Camargo. "Eu comeria ela e o bebê", afirmou Rafinha.
De acordo com fontes ouvidas pela Folha, uma "grande surpresa" está sendo preparada para amanhã.
A decisão foi tomada agora há pouco pela cúpula da emissora na França. Eles estão no país para participar da Mipcom, feira de audiovisual que começa amanhã em Cannes.
Na última sexta (30), um dos companheiros de Rafinha no "CQC", Marco Luque --amigo de Marcus Buaiz, marido de Wanessa--, divulgou nota sobre o caso em que reprova a piada do colega.
"Sobre a piada feita pelo Rafinha Bastos, no programa 'CQC' que foi ao ar no dia 19 de setembro, eu, como pai, entendo e apoio a revolta e a indignação do Marcus Buaiz, um homem que conheço e respeito. Se fizessem uma piada com este contexto sobre a minha família, certamente ficaria ofendido. Com certeza uma piada idiota e de muito mau gosto."

sábado, 1 de outubro de 2011

A pedagogia dos opressores

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Aproveitando o gancho do livro de Paulo Freira – A Pedagogia dos oprimidos, hoje venho falar da opressão vivida por muitos dos meus colegas de profissão, do abuso de autoridade de certas pessoas que pensam que são pedagogas, porém sem a menor formação para tal. Quando falo de formação, não me refiro à graduação – isto é obrigatório. Falo de respeito ao ser humano, respeito aos pais, aos alunos e aos professores.

Canso de ver pessoas ignorantes, broncas, sem bom-senso na função de diretores de escolas que só sobrevivem pelo puxa-saquismo dos legítimos donos das instituições, os quais, por sua vez, por ingenuidade ou interesse próprio, mantêm essas pessoas no poder. Sim, falo de poder porque é assim que eles se sentem: poderosos, intimidadores, senhores das verdades mais absurdas que rondam suas almas malignas.

Vi muito diretor de escola se aproveitar da função para humilhar professores, assediá-los moralmente, sem o menor bom senso, sem ética, sem respeito ao(s) próximo(s).

E essa situação piora quando esses incompetentes debocham dos pais dos alunos, metem para as famílias, forçam resultados satisfatórios, criando a ilusão de que estão preocupados com o futuro dos alunos..

Conheço muito profissional assim. Muitos desejariam ter um chicote em mãos para subjugar mais ainda a sua equipe e seu sonho de consumo é a volta da palmatória.

Aluno não é gado, criança não é soldado no quartel e professor não é saco de pancadas, não é aterro sanitário.

domingo, 25 de setembro de 2011

As mentiras da dona Argentina

Dona Argentina é uma pessoa muito mentirosa, mas só depois de algum tempo é que as pessoas descobrem essa faceta da dona Argentina, pois ela mente tão bem que até ela mesma acaba acreditando nas mentiras dela.
Dona Argentina se diz muito íntegra, mas na época do cruzeiro/cruzeiro novo/cruzado, ela trocava  a etiqueta das mercadorias no supermercado. Explicando, compra dois quilos de carne de primeira e meio kilo de carne de segunda. Então ela trocava as etiqueta. Mas isso é muito antigo, tão antigo quanto a dona Argentina.
Dona Argentina diz que sua religião é oriental. Macumba vem de onde mesmo? Mas se perguntarem a ela se já fez macumba, ela se benze e diz “Deus me livre!”...ai, e aquele despacho no cemitério para segura o marido?
Dona Argentina se diz empresária. Atualmente, pelas minhas contas, em todos os shoppings do Brasil, quiçá do mundo, tem uma filial das suas lojas. Acredite quem quiser. E olha que tem gente que acredita...
Dona Argentina diz que mora num belo Hotel, cercada de privilégios e mordomias. Aí eu concordo, porque hotel, na maioria das vezes, se não for suítes de luxo, só possuem quarto, sala e banheiro.
Dona Argentina conta os casos de outras pessoas, casos que tenha achado interessante, como se fossem as situações vividas por ela. E pior, ela esquece quem contou o caso e os reconta na frente do protagonista dos fatos que, por uma questão de educação, finge que não percebe. Mas vai chegar um dia que alguém não vai se calar. Quero ver esse dia.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A "sala do riso"

Era uma vez uma sala do riso. Nela cabiam as pessoas mais sorridentes do lugar. Havia o homem de bigode que vinha de longe, sempre acompanho de um parente, senhor de uma competência  maior que o seus quase dois metros de altura - competência incomoda, pois assusta aos medíocres (uma vez ouvi falar que as pessoas tinham inveja das outras. Pensei muito nisso e cheguei à conclusão que a palavra inveja é usada por quem não tem competência. Eu sinto admiração pelas pessoas brilhantes e sinto pena dos que se sentem invejados).  O parente do homem grande de bigode era outra competência em forma de pessoa.
As pessoas iam chegando e vinham direto à “sala do riso”. Chegava o Cabeludo, acompanhado de sua gastrite e seu vasto conhecimento de história. Trazia com ele um abraço arrebatador e uma imaginação fértil para criar nomes e histórias engraçada.
Cegava o galanteador, com sua voz sexy, seus cabelos grisalhos e uma gargalhada inconfundível
E vinha o homem de longe, trazendo as histórias da família, do fulano que comeu uma lagartixa, dos conselhos de sua mãe, do amor que sentia pela esposa e filhos, enfim, ele também trazia consigo a alegria, a razão de ser daquela sala.
Chegava a observadora, com a cara emburrada de tanto tempo dentro do ônibus, mas que abria um sorrizão naquela sala e também contava casos engraçados e reveladores (ui, muito reveladoras).
Chegava o que se vestia como se fosse professor de Educação Física, ansioso por ler seus emails, mas sem antes dar uma passadinha no banheiro, lugar que ele mais freqüentava.
E outras pessoas também começaram a chegar,
Veio a baixinha, de ônibus, mesmo tendo carro, uma guerreira, um exemplo de caráter.
Veio a ninfeta,  a musa da sala, o desejo latente dos homes.
E muitos outros vieram, ora sim, ora não.
Até que a bruxa má mandou fechar a sala.

CARÁTER NÃO SE APRENDE NA ESCOLA



Recentemente aconteceu um fato, aparentemente costumeiro à profissão de professor, mas que me fez refletir sobre o grau de tolerância da chamada “cola”.
Eu sempre disse aos meus alunos que a cola é um direito do aluno, assim como a nota zero é também um direito do professor. Ou seja, quem cola deve assumir o risco de ser pego e arcar com as conseqüências, afinal quem nunca colou? E, por favor, não me venham com hipocrisias, pois quando me refiro a colar falo também da ação de facilitar que o colega dê uma espiadinha no que você está escrevendo.
Só não colei no mestrado, até porque eu já estava mais madura e consciente de meus objetivos.
Já distribui muitos zeros aos meus alunos. Chegava a ser engraçado, pois a turma ficava em alerta para saber que seria o “pato” da vez.
Mas uma ocasião, em especial, merece estar aqui neste blog.
Eu aplicava uma prova na faculdade e houve uma cola generalizada. Resolvi anular a prova. Qual não foi a minha surpresa? Os alunos se insurgiram contra a anulação da prova e foram à direção exigir que eu me retratasse, pois estava colocando em cheque o caráter deles.
E, pior, já não eram mais adolescentes, os quais sempre respeitaram a autoridade do professor. Falo de autoridade, não de autoritarismo.
Eu poderia elencar todos os que me contribuíram para a produção deste pensamento. Chego a achar graça do ridículo da cena, ao mesmo tempo em que me apiedo dessas almas aflitas e inescrupulosas.
Lembro, inclusive, dos que me chegavam a mim com sorrisos e manifestações de afeto artificiais, as quais nunca me comoveram.
Outros, mais coerentes, trancaram-se em seus mundinhos egocêntricos e deixaram até de me cumprimentar.
Então apenas ratifiquei o sempre disse: CARÁTER NÃO SE APRENDE NA ESCOLA

A GALINHA DO CEMITÉRIO

Quando professora do Ensino Médio costumava levar meus alunos para conhecer as cidades históricas de Minas Gerais.
O passeio além de instrutivo era engraçadíssimo, pois adolescentes têm um bom-humor que falta a muitos marmanjos de caras feias.
Num desses passeios, fomos visitar o túmulo do Tancredo Neves. O cemitério estava fechado, mas eles não viram nenhum empecilho para entrar, pois bastava ou pular o muro ou se esgueirar por entre a cerca.
Eu e um grupo de alunos nos sentamos na calçada à espera dos desbravadores de cemitérios quando, de repente, ouvimos um gritaria danada e uma correria desenfreada.
Nem me movi, pois sabia que era mais uma que eles estavam aprontando. Até fingi que não estava com eles, para não me comprometer. Afinal, ser jovem é isso mesmo, é alegria, irreverência e ousadia.
Com uma rapidez muito maior com que entraram no cemitério, eles saíram dele. É claro que correram para me contar o que acontecera.
Resumindo: o Bruno achou um despacho no cemitério, não se conteve, pegou o pé da galinha despachada e saiu correndo atrás das alunas.
Já não me lembro se foi neste mesmo cemitério que segundo antes do Bruno se apossar do pé da galinha, os que estavam lá dentro ouviram o barulho de uma porta batendo e ficaram com os cabelos arrepiados de medo, pois não havia mais ninguém no cemitério além deles, os invasores. Quem sabe não ouviram os fantasmas....rs


terça-feira, 13 de setembro de 2011

A bunda do Paulinho

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13 de setembro de 2011
Durante muito tempo fui professora do Ensino Médio e tive a oportunidade de conviver com adolescentes que me fascinavam com suas brincadeiras, suas piadas fora de hora, suas apatias com a Língua e Literatura Portuguesas, enfim, tudo o que caracterizava um aluno normal, nas primeiras sérias do Segundo Grau. Entre tantas histórias para contar dessa garotada (hoje quase todos casados, pias de família), algumas se destacam, pois literalmente alguns colocaram a bunda na janela e não foi para que passassem a mão nela. Teve a bunda do Franklin, na janela da escola, na hora da saída dos alunos e, para azar deste, a mãe do “Macarrão” viu e contou para a Direção. Todos podem prever o que aconteceu. Mas uma bunda em especial a Direção nunca chegou a ver, embora quisesse muito saber se era verdade que o Paulinho mostrara a bunda pra todo mundo no ônibus do passeio da escola. Já nem me lembro mais se fiz cara de paisagem quando me perguntaram a respeito de uma foto que circulava pelo colégio com os respectivos glúteos do Paulinho. Só sei que escondi a foto tão bem escondia que passei a tarde toda de hoje à cata dela, mas meu sacrifício foi em vão. Mas eu hei de encontrá-la e, se o Paulinho permitir, vou expor na rede o que tantos quiseram ver e não tiveram oportunidade. Aproveito para acrescentar que o Paulo o exemplo de como as aparências enganam. Quando ele chegou ao colégio, com suas tatuagens, suas calças frouxas, seu cabelo enrolado, logo foi mal visto, estigmatizado. Mas a pureza dessa alma, a integridade desse caráter eu ainda não encontrei em ninguém.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Maria Machadão

Conheci uma professora que hoje faz a linha durona, autoritária, inflexível, porém muito fofoqueira.
Quem a vê hoje, tão austera, supostamente eficiente (eficiência não há, já que se sustenta nos leva-e-traz para se manter no posto) nem de longe imagina as peripécias que ela já praticou.
Todos que me conhecem sabem do meu temperamento irreverente, contadora de piadas, professora de Língua Portuguesa que sempre falou palvrões, inventou outros tantos e, pela conhecimento da Língua, sabia, ou melhor, sei usar bem a língua (a ambiguidade sempre foi o meu forte, talvez eu devesse ter feito Propaganda e Markenting),
Pois é, mas eu nunca me atraquei com os meus aluninhos dentro de nenhuma sala de aula, aos beijos, abraços e sei lá mais o que. Eu não estava lá. Só sei do que é sabido por todos que vivenciaram essa época, mas que se negam a admitir o fato, com medo da Maria Machadão. Não sei se disse que ela também é a campeã de assédio moral.Quem será?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

É, está chegando a hora.


 Muitos vão negar, outros gargalhar, alguns chorar, mas a maioria vai se divertir.
 Vou dividir o blog de acordo com os locais onde trabalhei, ou seja, colégios e faculdades.Não posso dar os nomes da empresas nas quais trabalhei (só se me pagarem pelo marketing...rs), mas posso citar apenas Histórias dos Colégios", Histórias dos Cursos" e Histórias das Faculdades". Assim, todos saberão a qual seção se dirigir, além de poder ficar sabendo do que nunca viu, nem ouviu e nem sabia que havia acontecido. Pode ser que alguns tenham vivido ou sido meu(s) aluno (s) em mais de um espaço. 
Vou contar tudo, dos alunos, dos professores, dos diretores, de mim.
Aguardem!

Vânia e suas Letras


  • Toda a inspiração desse blog surgiu com a vontade de revelar fatos pitorescos, alguns comprometedores e outros reveladores da minha vida profissional. Por saber que corro o risco de ser processada, resolvi criar nomes fictícos para as personagens de fatos reais.Evidentemente que, quando possível, nomes reais serão mencionados, até como uma forma de homenagear aqueles que me proporcionaram boas gargalhadas e/ou saudosas lembranças.Nao sou escritora, portanto, este espaço destina-se tão somente à recreação minha e de meus leitores, os quais, evidentemente, sao minha fonte inspiradora. Abrirei espaço para sugestões, porque acredito que muitos dos meus alunos ainda mantêm lembranças vivas dequilo que eu já possa ter esqucido. Desta forma, meus maiores colaboradores serão todos os que queiram ajudar a manter atualizado meu blog.
  • Também haverá, é claro, um espaço reservado para tirar dúvidas relacionadas à linda Flor do Lácio ( olha a intertextualidade aí, gente!).