domingo, 27 de novembro de 2011

Porque não tenho escrito mais

Muitos me perguntam por que não escrevo mais sobre a dona Argentina e sobre a Maria Machadão. A resposta é simples: elas não têm mais a menor importância para mim. Deixei até de me lembrar delas; fui da raiva, da mágoa à total indiferença. Já não me importo e nem sequer penso nos desmazelos das duas, pois qualquer coisa que eu diga não vai mudar nada, ou seja, elas vão continuar assediando moralmente as pessoas, tramando pelas costas dos “amigos necessários”, mentindo para as pessoas e, para piorar, cultivando o pior defeito que um ser humano pode ter- a ingratidão.
O ódio, raiva passa com o tempo. É um sentimento nosso que podemos e devemos saber controlar. A inveja (olho gordo) é uma prima-irmã da admiração. Só os medíocres sentem inveja; as pessoas de bom caráter admiram as outras. Logo, a inveja, se bem tratada, num bom analista (rs), pode ser tornar admiração. O desprezo serve aos nossos propósitos, ou seja, é irmão da indiferença. Se colocarmos o desprezo como um sentimento vil, eu sou uma vilã, pois sou capaz de me tornar indiferente a muitas coisas que me aborrecem. Pena é o desprezo com outra roupa, mas a ingratidão ganha todas, pois revela que o ingrato soma todos esses sentimentos, ou seja, é invejoso, odeia até aqueles que lhes fizeram bem, não tem pena nem dos amigos, é indiferente ao bem-querer do outro e ainda finge que não tem memória. A ingratidão é própria das pessoas ambiciosas, inescrupulosas, de mentes perigosas (recomendo esse livro – MENTES PERIOGAS- é muito bom).
Eu sempre disse que cada um deve fazer a sua parte, como também sempre afirmei que somos responsáveis pelas nossas ações e, principalmente pelo o que falamos. Sendo assim, deixemos que as duas se deliciem com suas mentiras, suas vaidades, seus descuidos, seus recalques, pois não serei eu a mensageira dos descalabros das ditas cujas. Deixemos que a vida siga seu curso, deixemos que o universo se encarregue dos destinos delas.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ABL é processada por irregularidades no Acordo Ortográfico

RIO - Mais de dois anos depois de implantado, o novo "Vocabulário Ortográfico da Língua Brasileira" (Volp) - feito a partir do acordo ortográfico e que teve como proposta simplicar a forma de escrever - ainda gera polêmica com relação as regras estabelcidas, principalmente quanto ao uso do hífen. Com o objetivo de sugerir uma simplificação da forma de escrever, o professor Ernani Pimentel, líder do movimento "Acordar Melhor", entrou com uma ação popular contra a Academia Brasileira de Letras (ABL).
No processo, o professor acusa a ABL de lesar o patrimônio cultural brasileiro com a implantação do Novo Acordo Ortográfico. De acordo com Pimentel, a instituição não respeitou o tratado assinado em Portugal, com os países de língua portuguesa, que tem como objetivo unificar o idioma.
- A ABL impôs o Volp como a voz do acordo ortográfico universalizado, fez alterações no instrumento firmado em Lisboa. As palavras coerdeiro e anistórico que, pelo documento português, deveriam ser escritas com hífen, no Volp foi tirado o sinal e o "h". A Academia não tem autoridade para isso. Qualquer alteração teria que ser submetida ao Congresso Nacional e essas não foram - afirma.
A ação também pede para que a oficialização do novo acordo, prevista para janeiro de 2013, seja prorrogada com a intenção de ampliar o prazo de discussões.
- Devemos seguir o exemplo de Angola e Moçambique que ainda não ratificaram o acordo e estão solicitando prazo maior. Portugal também ainda não aplicou as novas regras. Eles estão resistentes. As novas regras só devem ser colocadas em prática a patir de 2015 - justifica.
Ernani Pimentel diz que não é contra o Acordo Ortográfico, mas sim contra a forma como foi conduzido.
- Sou a favor do aprofundamento dele. A proposta de simplificar a língua é ótima. Isso traz muitas vantagens ao movimento editorial, os livros ficam mais baratos. Mas nada disso aconteceu. Hoje temos tantas regras que fica difícil para qualquer um aprender bem o português - diz.
Segundo ele, algumas alterações foram boas, como o fim dos acentos nas vogais duplas (vêem, lêem, crêem).


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/11/09/abl-processada-por-irregularidades-no-acordo-ortografico-925767571.asp#ixzz1dFEPoJ00 
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Aniversário da Bebel


Hoje é aniversário da Bebel. Bebel é a minha cadelinha, cujo apelido virou sobrenome – Bebel Furacão.
É uma cadelinha SDR que eu insisto em dizer que é uma beagle, já que ela não tem culpa da mãe, a Duda, beagle legítima, ter dado um mau passo e cruzado com um beagle-lata.
A Bebel surgiu naqueles dias em que a gente não tem nada para fazer e fica pensando em como preencher o tempo. Pois é, criei um perfil para ela no Orkut e quando percebi ela já tinha mais amigos do que eu e a sua espontaneidade caiu no gosto dos internautas.
Hoje Bebel tem até selo de popular oferecido pelo Orkut. Mas ela é uma cadelinha, levada, sonolenta e esfomeada, características típicas de um cão bem cuidado. Mas é um cão, não é um(a) filh(a), em quem eu deposito meus anesieos de mae, até porque dizer que a cachorra da Vânia é uma gracinha pode criar uma situação de deleite para os meus desafetos....rs
Porque eu digo que ela é um cão?

  • 1.   Eu tenho uma filha, não preciso ficar suprindo a minha frustração na Bebel.
  • 2.   Ela sabe descer escada, aliás, ação muito difícil para um cão que é filho de uma cadela conhecida nossa
  • 3.   Mesmo sendo aniversário dela hoje eu não fico feito uma débil mental pedindo às pessoas que presenteiem a minha cadelinha e nem muito menos impedindo que qualquer outro ser vivente chegue perto dos brinquedos dela ou da caminha dela. Aliás, ela dorme onde lhe agrada e não interfere em nenhuma relação sexual trimestral
  • 4.    Ela não faz xixi de medo quando vê outro cachorro e nem muito menos pede colo para não molhar as patinhas
  • 5.    Adora roer seu ossinho, tomar sol pela manhã, perseguir passarinhos no terraço. Isso ela tem de bom; ela não persegue pessoas.
  • 6.    Apesar de morder, ela avisa antes, ou seja, ela rosna e dá tempo do outro ou se defender, ou correr ou se esconder. Diferentemente de  outras cadelas que a gente sabe que vai morder, mas não sabe quando
Ela não é feia, não tem as pernas tortas, nunca fez progressiva, nunca passou henê e nunca teve queda dos pelos.
Enfim, ela existe.  Uma personagem na rede social, sempre de bom humor, irreverente e sincera. Para conhecê-la basta acessar

Feliz aniversário, Bebel!