Há 1 ano fui expulsa da faculdade pelos senhores João e Artur, por ordem da então diretora Célia Regina, a qual se encontrava escondida em sua sala, com medo da minha reação, o que nunca entendi, pois nunca fui afeita a escândalos ou palavras obcenas, como as que ela costumava proferir até mesmo contra o senhor Damásio, a quem taxava de português safado ( é o máximo que a minha educação se atreve a relatar, haja vista as adjetivações as quais ela atribuía ao dono da instituição).
Quero acreditar que ela estava escondida em sua sala com vergonha de despedir (se é que ainda lhe restava um pingo de gratidão) a pessoa que a empregou, que a levou para trabalhar na empresa, já sabedora de que ela seria demitida de seu emprego anterior. Sua antiga diretora já me havia avisado de que um dia eu saberia quem realmente era a Célia. Eu paguei para ver e vi. Eu a levei para ser minha coordenadora e mesmo vivenciando e ouvindo o que ela dizia “eu não estou aqui para tabalhar, eu quero é meu salário”, restava-me a esperança de que um dia ela aprendesse, pelo menos, a montar um calendário escolar, o que nunca aconteceu, nem na escola, nem na faculdade.
Quando assumiu a direção da faculdade mostrou realmente seus méritos, ou pelo menos o que ela considerava seus méritos: assediava moralmente seus professores, com palavrões, com escandâlos, com ameaças, com conchavos com fofoqueiras(os), os quais, espertamente se mantinham tão próximos com presentes e falsos elogios à sua beleza e elegância. Ninguém tinha coragem de dizer que suas roupas estavam mais de acordo pra um baile funk, com as calcinhas de fora, vestidos colantes, miniblusas e flores nos cabelos enbranquecidos pela idade, porém pintados de louro, do que para o cargo que ocupava.
Eu sentia até vergonha quando as pessoas vinham a mim e me diziam para eu conversar com ela, orientá-la. Ela não me ouviu e ainda ficou com raiva, supondo que eu era movida pela inveja, como berrou tantas vezes. Já disse e repito, não tenho inveja do que não admiro; tenho admiração pelas pessoas que se destacam quer por suas atitudes, quer por sua capacidades intelectuais e/ou criativas e virtudes.
Soube do regojizo dela ao me despedir (dela e da diretora da escola – outra a quem ajudei muito), pois o fato de eu existir era uma ameaça constante, com o medo de que eu revelasse a verdade das tantas mentiras que ela contava para ser fazer importante. Até se passar por dona da faculdade ela o fez.
Fui demitida porque me opus ao carnaval que ela montou para manter a credibilidade do diploma falso de dois professores do curso de Direito, amigos pessoais de Célia Regina e da diretora do colégio, senhora Jeishar. Ambas sairam em campanha a favor da permanência deles na Instituição – duas diretoras, de braços dados, cantando e saltitando no corredor da faculdade, indo de sala em sala do curso de Direito para tentar convencer os alunos da veracidade dos diplomas falsos. Muito mais tarde, premida pela cobrança dos reais Doutores do curso de Direito, tornou a mentir dizendo que não sabia da fraude. Claro que ela sabia, aliás, sabia desde o tempo em que era coordenadora do Colegio e não suportava o Francis, a quem chamava de “macumbeiro horroso”.Nem Jeshiar o suportava e o apelidou de “boca de,,,,,,,” Estranhamente o “macumbeiro” passou a ser seu fiel escudeiro, sabedor de todas as senhas da faculdade, e seus digitador oficial, já que a Célia não sabia lidar com a máquina e “nem tinha saco para esse serviço chato”
Nunca me iludi. Sabia que o escândalo atendia ao interesse de um grupo sedento de vingança, mas que nunca ousaria se expor; agiram de maneira sorrateira, por baixo dos panos, não foram protagonistas e nem coadjuvantes, mostraram-se apenas expectadores, embora escritores da trama. Não foram covardes, foram medrosos.
Não tomei partido de ninguém, não apoiei ninguém, não agi por impulso,não tramei, não fui forçada a nada, apenas me posicionei, como estou me posicionando agora ao saber da DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA QUE CÉLIA REGINA LEVOU. Aliás, segundo o Diário Oficial,de , o senhor Artur, a pessoa em que se apoiava para achincalhar os fucnionários da FAP, também foi demitido por justa causa.
Se fosse hoje, eu ficaria ao lado da verdade, eu novamente me posicionaria contra uma mentira que poderia ter prejudicado os alunos da faculdade, pois estes não merecem ser enganados. São pessoas que lutam por seus sonhos, buscam uma ascensão social e funcional. Poucos eram os que pediam à diretora Cèlia que impusesse aos professores um favorecimento. Nunca soube de nenhum professor que tenha aceitado a pressão da diretora. Sinto orgulho desses meus ex- colegas.
Não sinto nem pena, nem alegria, nem prazer de saber que com a saída da Célia muitos professores se reuniram para comemorar, para festejar. Quando imagino a cena, Célia se retirando da faculdade aos impropérios e professores e funcionários celebrando, certifico-me que ela colheu o que plantou.
Um comentário:
Que babado, hein!! Mas enfim, pq Deus é BOM plantamos o que queremos e pq Ele é JUSTO colhemos o que plantamos! Simples assim.
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