segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Maria Machadão

Conheci uma professora que hoje faz a linha durona, autoritária, inflexível, porém muito fofoqueira.
Quem a vê hoje, tão austera, supostamente eficiente (eficiência não há, já que se sustenta nos leva-e-traz para se manter no posto) nem de longe imagina as peripécias que ela já praticou.
Todos que me conhecem sabem do meu temperamento irreverente, contadora de piadas, professora de Língua Portuguesa que sempre falou palvrões, inventou outros tantos e, pela conhecimento da Língua, sabia, ou melhor, sei usar bem a língua (a ambiguidade sempre foi o meu forte, talvez eu devesse ter feito Propaganda e Markenting),
Pois é, mas eu nunca me atraquei com os meus aluninhos dentro de nenhuma sala de aula, aos beijos, abraços e sei lá mais o que. Eu não estava lá. Só sei do que é sabido por todos que vivenciaram essa época, mas que se negam a admitir o fato, com medo da Maria Machadão. Não sei se disse que ela também é a campeã de assédio moral.Quem será?