Em respeito às pessoas com as quais compartilho posts, a maioria meus ex-alunos, preciso exercer a profissão, ou seja, aprender e ensinar.
Por força do hábito e por natureza, não consigo conter as palavras.
Percebe-se claramente a população indignada com a corrupção que assola nosso país. Ainda bem. Mas sejamos cautelosos (eu me incluo, é claro) com as informações que chegam até nós. E, primordialmente, tenhamos clareza e frieza para analisar os fatos. Nem tudo o que "cai na rede é peixe". Aprendi isso com Marcio Valério, quando compartilhei uma inverdade que circulava por aqui. Todos somos livres para opinar, mas é necessário ouvir (ler), perceber, entender para repassar.
Quanto às manifestações, claro que um grupo de bandidos se aproveita da situação para depredar e/ou se apropriar do patrimônio dos outros. Aliás, essa corja já faz isso com ou sem manifestação.
Uma coisa que me incomoda muito são os posts insistindo em que devemos ter cuidado porque podemos estar sendo manipulados. Só é manipulado quem não se informa. Vocês têm hoje muito mais informação do que eu tinha na minha época de estudante, ao alcance dos dedos. Sendo assim, certifiquem-se se o que estão compartilhando é verídico. Se não tiverem certeza, se não estiverem a fim de se informar sobre o assunto, não compartilhem. Mas se dê tempo para analisar; nunca considere pesquisar como perda de tempo. Eu sempre disse que "saber não ocupa espaço". E, claro, não sabemos muita coisa, estamos sempre apreendendo.
Outra coisa (nossa, sempre disse aos meus alunos para evitar o uso dessa "coisa") para se pensar. Nem sempre as informações midiáticas são comprometidas com esse ou aquele interesse. Assim como nem todo político é ladrão. Cabe aos veículos de informação mostrar sempre os dois lados da moeda. Podemos só querer enxergar um lado, mas se prezamos a real democracia, temos também que ver o outro. Querer que a mídia só repasse o que nos interessa é cair no mesmo erro que tantos condenam. Entendam bem: tenho ojeriza a certas linhas de comunicação, mas respeito muito o trabalho de tantos outras. Não podemos generalizar.
E que o governo e os nossos representantes legais se sintam pressionados pela opinião pública e tomem logo vergonha na cara e atitudes democráticas – é para isso que foram eleitos. Que os corruptos sejam punidos, que a reforma política não fique apenas no âmbito da conversa, que os políticos "caiam na real".
Quanto às manifestações, claro que um grupo de bandidos se aproveita da situação para depredar e/ou se apropriar do patrimônio dos outros. Aliás, essa corja já faz isso com ou sem manifestação.
Uma coisa que me incomoda muito são os posts insistindo em que devemos ter cuidado porque podemos estar sendo manipulados. Só é manipulado quem não se informa. Vocês têm hoje muito mais informação do que eu tinha na minha época de estudante, ao alcance dos dedos. Sendo assim, certifiquem-se se o que estão compartilhando é verídico. Se não tiverem certeza, se não estiverem a fim de se informar sobre o assunto, não compartilhem. Mas se dê tempo para analisar; nunca considere pesquisar como perda de tempo. Eu sempre disse que "saber não ocupa espaço". E, claro, não sabemos muita coisa, estamos sempre apreendendo.
Outra coisa (nossa, sempre disse aos meus alunos para evitar o uso dessa "coisa") para se pensar. Nem sempre as informações midiáticas são comprometidas com esse ou aquele interesse. Assim como nem todo político é ladrão. Cabe aos veículos de informação mostrar sempre os dois lados da moeda. Podemos só querer enxergar um lado, mas se prezamos a real democracia, temos também que ver o outro. Querer que a mídia só repasse o que nos interessa é cair no mesmo erro que tantos condenam. Entendam bem: tenho ojeriza a certas linhas de comunicação, mas respeito muito o trabalho de tantos outras. Não podemos generalizar.
E que o governo e os nossos representantes legais se sintam pressionados pela opinião pública e tomem logo vergonha na cara e atitudes democráticas – é para isso que foram eleitos. Que os corruptos sejam punidos, que a reforma política não fique apenas no âmbito da conversa, que os políticos "caiam na real".

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